A festa de Santa Rita se tornou um dos maiores eventos religiosos de Itu/SP
A cada ano, a tradicional Festa de Santa de Rita atrai mais e mais devotos que confiam na intercessão junto a Deus da “santa das causas impossíveis”.
A capela dedicada a ela é um dos monumentos arquitetônicos religiosos mais antigos de Itu, inaugurado em 1728, há 298 anos. Além disso é, sem dúvida, é o menor espaço religioso que existe no município, contrapondo à grandiosidade da festa dedicada à santa, a qual cresce todos os anos.
A procissão, com o andor de Santa Rita, realizada no último dia da festa, percorre as ruas ao redor da longeva capela com uma multidão de devotos acompanhando-a, inúmeros deles carregando uma rosa nas mãos, símbolo “perfumado”, característico da santa das causas impossíveis.
A distribuição de rosas aos devotos no final da procissão é uma das tradições da festa, assim como as celebrações religiosas, quermesse com comes e bebes, e o leilão de animais e prendas doados por fiéis que veneram Santa Rita.
Os organizadores e os devotos de Santa Rita têm fé de que a festa do próximo ano seja ainda maior.
Sua primeira festa
O pároco da Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária, padre Carlos Rafael Casarin, lembrou que no domingo de Pentecostes a paróquia administrada por ele viveu uma grande experiência de fé, vida e missão.
“No dia em que a Igreja recebeu o Espírito Santo, o dom de Deus, para viver sempre nova renovada, tivemos duas procissões: a do Divino e a de Santa Rita”, explicou o religioso.
Recentemente empossado como pároco da mais antiga paróquia ituana, no dia 7 de fevereiro de 2026, padre Rafael participou pela primeira vez da Festa de Santa Rita e ficou admirado com o número de devotos na procissão deste ano.
“Acolher e estar com milhares de devotos de tantas partes da nossa diocese e também de fora, formamos um único corpo, o corpo místico de Cristo, que faz da vida uma grande procissão, como peregrinos rumo ao céu, onde está aquela que já vive a alegria da santidade em Deus e intercede por nós”, celebrou o sacerdote.
Texto e fotos: Tucano




































































































